3ª Mostra do
Corpo
Contemporâneo

A arte da performance

workshops, palestras
roda de conversa e
mostra de performances

Histórico

A Mostra do Corpo Contemporâneo é um espaço-tempo para se ver, criar, aprender e refletir as artes do corpo. Nesta terceira edição terá a arte da performance como tema e irá remunerar 12 trabalhos performáticos selecionados por uma equipe de curadoria diversa e plural.

O atravessamento, diálogo e registro são a coluna vertebral deste evento que propõe expor as artes do corpo, seus afetos e sua potência.

Histórico

Foi aberto um edital de chamamento livre para inscrições e dentre os selecionados, 50% dos trabalhos premiados atenderá os seguintes proponentes:

Dos outros 50%, 20% poderá ser de artistas de outras cidades e 30% obrigatoriamente mogianos.

Mostrar aqui é abrir espaço para o acontecimento e gerar tempo para o pensamento, para o sentir, conectar! Uma conexão orgânica: porque passa pela pele, ossos, músculos e reflexiva: porque instiga o olhar pensante e o pensar criativo.

Veja nossa Programação

Lançamento Oficial da Mostra

Aula Inaugural com Paulo Pinhal

Workshop de Criação 1

Workshop de Criação 2

Mostra dos Trabalhos Selecionados

Faça sua Inscrição

Não perca tempo e inscreva-se!

Faltam

Dias
Horas
Minutos
Segundos
dias
hrs
min
seg

Neste espaço-tempo possível, a fluência de nossos afetos se intercruza com as interferências da cidade, da cultura, da atualidade. E com o corpo carregado de memória transitamos e dançamos a cidade carregada de história! Transitório pois, e permeável portanto, este corpo nosso de cada dia se entrega à contemporaneidade de ser.

Curadoria e Equipe

Daniele Santana
Curadora

Atriz e gestora cultural, pesquisadora de Poéticas do Corpo Brincantes para a Cena e do Teatro de Rito.

Marcos Guerra
Curador
Marco Guerra é o nome artístico deste artista-pesquisador-educador. Pedagogo, Mestre em Didática e Doutor em Psicologia da Educação,
Bel Jaccoud
Curadora
Artista da dança, poeta e produtora cultural, é mulher, cis, LGBT e mãe solo moradora de Suzano.
Fernanda Moretti
Produção

Marco Guerra é o nome artístico deste artista-pesquisador-educador. Pedagogo, Mestre em Didática e Doutor em Psicologia da Educação.

Paulo Pinhal
Aula magna

Arquiteto e Urbanista, autor do personagem de História em quadrinhos “Tempo”, publicado diariamente no período de 1979 a 1981 no jornal Diário de Mogi

Erudito e popular, conhecido e anônimo, devoto e ateu, masculino, feminino e indefinido: este é o corpo cênico que propomos ver, ouvir, sentir e, quem sabe, compreender. Ou que não se compreenda mas aceite, que não se identifique mas conheça, que não se defina mas aconteça.

Financiamento

Projeto financiado pela Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes por meio do Programa de fomento à Arte e Cultura de Mogi das Cruzes, Lei n. 7.222/2016, Projeto n. 22/2017

plugins premium WordPress

Braços e pernas de uma programação de três dias se prolongam em distâncias geográficas, econômicas, sociais e culturais.

Histórico

A diversidade de valores não pode ser uma carência na sociedade contemporânea e sim sua característica mais pontual. Portanto a proposta de um momento de acolher ao invés de rotular, de partilhar ao invés de competir, de dar acessibilidade ao invés de setorizar, de atualizar ao invés de engessar, de expor o potencial artístico criativo, curador, periférico.

Ir ao encontro de! Promover o encontro! É urgente e latente em nosso corpo físico e social. Ir ao encontro de públicos, pessoas, lugares, atravessar para encontrar e encontrar para atravessar. Atravessar as paredes, as amarras, o embotamento social e descomunal que nos assola! Desfazer o vácuo entre as artes e refazer o diálogo entre artistas, grupos amadores, estudantes e amantes do simples comparecer e assistir.

Deste modo teve início a própria concepção e realização da mostra em suas duas edições anteriores. Nasceu da parceria entre dois artistas atuantes nos distritos de Brás Cubas e Jundiapeba, absolutamente afastados do centro dos acontecimentos culturais da cidade. Porém, imediatamente conectados pelo modo de pensar o corpo e produzir a diferença! O que lhes é oposto ou diverso, os uniu ainda mais.

A 1ª Mostra do Corpo Contemporâneo foi financiada e realizada através do PROFAC 2017 e produzida em 2018. As conexões, espaços e pensamentos que percorreram seus participantes permaneceram latentes e clamaram por renovação e repetição. Eis que surgiu a segunda mostra com a proposta de Bienal, também financiada pelo PROFAC e realizada em 2020. Dentre as razões de se tornar bienal, estava o assentamento de ideias e modos de fazer acontecer, tanto quanto, e principalmente, permitir a variação de outras mostras e festivais financiados pelo PROFAC numa cidade tão rica e inquieta artisticamente. É preciso transitar… pelo corpo, pelos espaços e acontecimentos que nos atravessam.

Na fase de dança contemporânea muito se viu da conexão-interação do corpo com a cidade e na de videodança foram as relações do corpo com a casa. Recebemos trabalhos de 5 estados diferentes: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal. Profissionais renomados da capital se fizeram presentes em aulas, palestras e conversas. Uma ponte entre Mogi das Cruzes e o país ativo nas artes do corpo se formou. É preciso mantê-la ativa!

Desta vez, propomos uma programação para receber tanto trabalhos de novatos e estreantes como de profissionais experientes que já têm estradas e tempos trilhados. Novamente estamos com o financiamento do edital Mostras e Festivais do PROFAC 2023.

Parte dos acontecimentos da mostra deve atravessar o centro de Mogi das Cruzes e as apresentações dos trabalhos serão nos espaços escolhidos pelos próprios inscritos. Tudo será registrado e exposto virtualmente, onde permanecem ressonâncias a ecoar e clamar por uma quarta vez ou outras tantas mais.

Por fim, em se falando de ecos, após o término, durante 30 dias a produtora Fernanda Moretti Arte do Movimento vai oferecer seus espaços para encontros, oficinas e improvisações resultantes do aprendizado adquirido durante o evento.

Ecoar e reverberar para continuar e ampliar. A quarta Mostra já está nos chamando!

Encontre-nos!

Workshop de Criação

Insira seus dados para realizar sua inscrição no Workshop de criação.

Dados Pessoais

Nome completo
Nome artístico
Data de nascimento
RG
Cópia do RG
Maximum file size: 256 MB
Email
Breve Currículo Artístico

Endereço

Rua
Número
Complemento
Bairro
Cidade
CEP
Comprovante de endereço
Maximum file size: %5MB%

Dados da Performance

A inscrição é para categorias especiais?
Categoria
Comprovante de categoria
Maximum file size: 256 MB
* Laudo, identidade, endereço, passaporte, etc...
Conceito/ Proposta
Roteiro
Anexo para roteiro (se necessário)
Maximum file size: 256 MB
Tempo
Local
Informações Adicionais
Link de vídeo

Daniele Santana

Curadora
Atriz e gestora cultural, pesquisadora de Poéticas do Corpo Brincantes para a Cena e do Teatro de Rito. Integrante do grupo Contadores de Mentira há 17 anos, onde desenvolvem obras Teatrais, demonstrações técnicas de trabalho, ações formativas, festivais e intercâmbios nacionais e internacionais, tendo percorrido países da América do Sul, Central e Europa. É integrante da rede “The Magdalena Project – Rede Internacional de Mulheres do Teatro contemporâneo ” e da Rede Latinoamericana de Mulheres do Teatro – Shaya. Idealizadora do festival “Ventre em teia – encontro de mulheres da cena e da revista MORUPI dedicada à escrita e pensamento de mulheres da cena. Como produtora e também atriz já executou diversos projeto via editais municipais e estaduais como o Profac LAB e Proac.

Marcos Guerra

Curador

Marco Guerra é o nome artístico deste artista-pesquisador-educador. Pedagogo, Mestre em Didática e Doutor em Psicologia da Educação, ambos pela Faculdade de Educação da USP, onde fez sua graduação. Foi ator aprendiz de Antunes Filho no CPT Sesc Consolação e soma 25 anos de trabalhos no circo e no teatro. Suas linhas de atuação são o teatro, a palhaçaria, a literatura e os jogos do mundo. É idealizador da Pedagogia do Palhaço, proposta educativa que tem como principais concepções e aplicações as técnicas do ator-criador, do arteiro, do atuador, do artivista e do educador para a paz. É fundador e coordenador executivo da Estação Aprendizarte, com atuação artística/educativa nas linhas da Pedagogia do Palhaço com crianças, adolescentes, adultos e idosos. É pesquisador do Lab_Arte (Laboratório de Arte, Educação e Cultura) da Faculdade de Educação da USP e do CIRCUSP (Coletivo Interdisciplinar de Pesquisas Circenses da USP), do qual é fundador. Foi professor convidado do Senac /SP para o Curso de Formação de Professores(as) Contadores de Histórias. Seus principais eventos organizados são: I Colóquio Internacional de Cultura Hip Hop e Educação (USP e SESC Pinheiros) 2012; I Encontro de Circo, Arte e Educação para uma Pedagogia do Palhaço (USP e Aprendizarte) 2015; II Encontro de Circo, Arte e Educação para uma Pedagogia do Palhaço (USP e Aprendizarte) 2016; III Encontro de Circo, Arte e Educação para uma Pedagogia do Palhaço (USP e Aprendizarte) 2017; IV Encontro de Circo, Arte e Educação para uma Pedagogia do Palhaço (USP e Aprendizarte) 2019; I Encontro Internacional de Palhaces Educadores de Mogi das Cruzes (USP, Aprendizarte e SMCT de Mogi das Cruzes), os quais já realizou através de editais estaduais e municipais como PROFAC E PROAC.

Bel Jaccoud

Curadora

Artista da dança, poeta e produtora cultural, é mulher, cis, LGBT e mãe solo moradora de Suzano. Tem sua trajetória atravessada pela dança como lugar central de imersão e formação, mas transversaliza sua pesquisa no estudo da performance e poética relacional do espaço.

Esteve intérprete criadora da TF Cia de Dança onde participou do processo de criação das obras “Corpos de Fronteira” e “Zona Cinzenta” e hoje integra a Coletiva Membrana, a obra “Curra – Temperos sobre Medéia” ao lado do Grupo Contadores de Mentira , é ativista da Frente LGBTQIAPN+ de Suzano e o M.A.I.S, movimento artivista independente de Suzano.

Lançou dois livros, “ LAVA” e “Curta e Prosa”; segue sua travessia artística dentro de uma perspectiva do corpo político, nos movimentos de cultura popular, e ocupação de retomada territorial da arte como um medidor do tempo e das poéticas sociais, que seguem sendo urgentes.

Fernanda Moretti

Produção
Atriz e gestora cultural, pesquisadora de Poéticas do Corpo Brincantes para a Cena e do Teatro de Rito. Integrante do grupo Contadores de Mentira há 17 anos, onde desenvolvem obras Teatrais, demonstrações técnicas de trabalho, ações formativas, festivais e intercâmbios nacionais e internacionais, tendo percorrido países da América do Sul, Central e Europa. É integrante da rede “The Magdalena Project – Rede Internacional de Mulheres do Teatro contemporâneo ” e da Rede Latinoamericana de Mulheres do Teatro – Shaya. Idealizadora do festival “Ventre em teia – encontro de mulheres da cena e da revista MORUPI dedicada à escrita e pensamento de mulheres da cena. Como produtora e também atriz já executou diversos projeto via editais municipais e estaduais como o Profac LAB e Proac.

Paulo Pinhal

Curador

Arquiteto e Urbanista, autor do personagem de História em quadrinhos “Tempo”, publicado diariamente no período de 1979 a 1981 no jornal Diário de Mogi; Integrante do Grupo Pitanga de Artes Conceituais de Mogi das Cruzes na década de 70; participou do Salão de humor de Piracicaba e do Mackenzie na década de 70; Foi júri oficial da Paulistur no desfile de Escola de Samba de São Paulo; e tem publicações em vários jornais e revistas com desenhos e textos sobre artes e cultura; Fundador e Curador do CECAP – Centro Cultural Antônio do Pinhal de 2006 a 2021; Autor do Curso de História da Arte do Século XX, pelo Colégio de Arquitetos, por onde passaram mais de 100 alunos e hoje o curso está disponível online; Foi jurado no 1o. e 2o. Festival de Performance da cidade de Mogi das Cruzes em 2005 e 2006; Autor de várias obras de artes conceituais e atualmente com conhecimento do uso da Inteligência Artificial aplicado na arquitetura e nas artes.